segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Livro: Questões do Coração / Emily Giffin

É um romance que expressa sobre amor , paixão , traição e também fala muito sobre erros , mas acontece a superação com o florescimento do perdão.Conta-se a estória de Tessa e Valerie , duas mulheres distintas mas ao mesmo tempo buscam ter o amor em suas vidas.
É um livro que vale muito a pena de ser lido.
Adorei !!!!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Silêncios e palavras / Pe.Fábio de Melo


"A paixão , o encanto, é a ausência de palavras , é a vida revestida de silêncio e transbordando insinuações . O amor sobrevive no mistério , no desvelamento cotidiano que nunca chega à plenitude, porque tudo o que já está pleno , já está pronto.
O amor só é amor porque é inacabado , é metade que chama , implora e pede clemência. Amar é uma interessante e bonita forma de carecer , de ser fraco , de entregar os pontos , de viver sem
armas , como se por um instante , só por um instante , a luta que marca a nossa sobrevivência tivesse entrado em estado de trégua. O encanto que sobrevive no amor
só pode durar enquanto se
estenderem os segredos que sacralizam a relação. E por isso é necessário retirar as sandálias dos pés , pisar com leveza , olhar com cuidado .
O amor é amigo do silêncio . Sobrevive no querer dizer, na tentativa frustada de verbalizar o que é a crença da alma , o sustento do espírito. A saudade é benéfica ao amor . Distantes , os amantes mensuram o tamanho do bem -querer . Medida que se descobre nos desconcertos da ausência , no engasgo constante da recordação , recurso que faz voltar no tempo , engana as horas , aproxima as peles , diminui as estradas , ancora os navios , pousa os aviões, faz chegar os ausentes. "

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A Dança das Flores / Gilberto Brandão Marcon

" Flor do jardim,
flor que deveria ser da primavera ,
mas que preferiu enganar as estações.
Leve flor carregada pelo vento.
E nele desliza como que em delicada dança ,
Flor que teve por par a brisa.
Brisa que acalmou o vento,
do som que se escondia no silêncio,
dos segredos que , embora ditos ,
somente foram ouvidos pelos que tinham ouvidos de ouvir,
pois que escutavam com a alma,
pois que conheciam os caminhos do coração.
Flor que é delicadeza no botão, e esplendor no seu momento
mágico.
Flor que decora o circo da vida, onde os pecados convivem com as
virtudes,
onde o perdão os liberta , e os transforma em sementes
renovadas ."


Reflexão / Madre Tereza de Calcutá

" Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração.
As palavras que não dão luz aumentam a escuridão ."
" A falta de amor é a maior de todas as pobrezas."
" Não ame pela beleza , pois um dia ela acaba.Não ame por admiração , pois um dia você se decepciona...Ame apenas , pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."
"As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas , mas o seu eco é infindável ."
[ Madre Tereza de Calcutá ]

sábado, 6 de agosto de 2011

Crer em silêncio

"Hoje eu não sei dizer . Só sei sentir . Há dias em que as palavras não são capazes de traduzir o sentimento. Bom mesmo é ser compreendido , mesmo quando não sabemos dizer...
Amar é uma forma de crer em silêncio." Padre Fábio de Melo
"Palavras erradas costumam machucar para o resto da vida , já o silêncio certo pode ser a resposta de muitas perguntas ........." Padre Fábio De Melo

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Fernando Botero Angulo


" Fernando Botero Angulo , pintor e escultor Colombiano.
" Mão escultura " em Bogotá.Sua primeira mostra foi em 1951 , em Bogotá , mas sua formação teve início em 1953 ,quando ingressou na Academia de San Marco , em Florença, para estudar técnicas de afresco e assimilou algo da arte renascentista. Suas obras destacam-se sobretudo por figuras rotundas , o que pode sugerir a estaticidade da humanidade. Há de se perceber uma crítica social , especialmente no que diz respeito à ganância do ser humano."








terça-feira, 2 de agosto de 2011

Leveza / Cecília Meireles

''Leve é o pássaro:
e a sua sombra voante , mais leve.
E a cascata aérea de sua garganta , mais leve.
E o que lembra , ouvindo -se deslizar seu canto , mais leve ,
E o desejo rápido desse mais antigo instante , mais leve .
E a fuga invisível do amargo passante leve."